Observo como os olhares se evitam,
como o mundo é um reflexo e a realidade
um fardo da consciência, inutilidade
definitiva com que porfiadamente se excitam
os sentidos e se adormece o discernimento...
Sou uma forma espectral de sentimento,
uma miragem votada ao sentido transitório
da existência, uma medida sem dimensão,
um movimento ciclicamente inglório,
feito de carne, tormento e paixão.
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