As minhas palavras
querem-se sementes auspiciosas
lançadas em multidão
nos solos férteis da imaginação...
As minhas palavras
querem-se Zéfiro amando
Clóris, qu'em lânguido anseio
se espoja, despudoradamente esperando
um acto de paixão...
As minhas palavras,
oh diabólica soberba!,
querem-se tanto
que, por vezes, nada mais são
que desespero, dor e pranto!...
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