despido do preconceito estúpido
retiro mentalmente,
processando-o com deleite pecaminoso,
a roupa supérflua que te veste
escondendo detalhes que excitam hormonas,
acicatando o desejo.
é isso uma arte,
adivinhando prontamente
o que se revelará depois;
e é maior que aqueloutra
que tolamente veste
deleitando-se no acto inverso de descobrir
chamando-o,
qual paradoxo,
de criativo...
finalmente,
toda a insinuação de arte
finda.
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