Somos como um sussurro
subindo a delicada espiral do tempo.
Um som subtil
bebendo melancolia e esperança,
sofrimento e êxtase,
tudo e nada
e mais o indiferente.
E este dualismo louco
é a essência inefável
de cada pequena história,
de cada minúsculo fragmento de vontade,
dos incontáveis motes
colando os versos
que improvisam aquilo a que chamamos
o mundo...
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