terça-feira, setembro 21, 2010
De um fôlego...
Fulaninho raíz de si mesmo é loucura que se perpetua soando distante a um uivo na noite que nunca se cansa de procurar o abrigo dos sãos nos olhos fechados da vendetta e do improviso excelso e pedante da mentira pensada na altura precisa em que te disseram adeus e tudo termina assim numa nuvem enganosa e num nevoeiro que não se dissipa para além dos desejos humedecidos pela incerteza no afã ecológico das árvores e das flores adeus então enquanto buscas pois nas intricadas florestas do teu pensamento lembrar-te de que nada pára até definitivamente morrer!
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