O Belo e o Justo
não se amam,
e a sua passagem por entre os elementos,
ignota,
apenas se substancia
nos passos
da Consciência,
ora ponderados, ora exaltados,
perpetuamente atolados em incerteza.
Um processo cósmico,
desprovido do mais ínfimo pudor,
sentir ou pensamento,
promoveu um dos seus frutos
ao penar da sabedoria
e, por entre labirintos e abismos,
permite o sonho,
o sonho
que tudo faça sentido...
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